sábado, 30 de novembro de 2013

A indisciplina é vista também, como uma reação emocional. Estes atos indisciplinados prejudicam o andamento do trabalho pedagógico realizado na sala de aula e dificultam a formação de adultos conscientes, críticos e participativos. Essa mudança de comportamento dos alunos está ligada ao psicológico. Sendo que a mudança maior ocorre na adolescência, período este de dúvidas, insegurança, medo.  As crianças como não vivem sozinhas e sim em sociedade, precisam de regras   permitam a comportar da melhor maneira uns com os outros. Porém essas regras devem ser adquiridas em casa, na escola e na sociedade em geral. Quando o aluno não seguem  essas regras, gera a indisciplina, sendo que este comportamento impede o aluno de desenvolver as tarefas,  desorganiza a sala de aula, entra e sai sem pedir licença.  A falta de estrutura familiar faz com que o aluno chegue à escola agitado, desatento.
Quando falamos em disciplina, pensamos num conjunto de regras tendo como finalidade estabelecer a ordem, assim como as sanções associadas à violação das mesmas. Esta violação conduz a desordem que define assim o conceito de indisciplina.



domingo, 19 de maio de 2013

Mudança de comportamento dos alunos na transição do ensino fundamental um para o ensino fundamental dois

A transição dos alunos do fundamental um para o fundamental dois é marcada por várias mudanças que irá representar um grande desafio para o aluno. E logicamente os pais precisam assumir o papel de coadjuvantes importante, que sugerem, apoiam em um caminho de conquista de autonomia. Estas novidades não devem ser entendidas como um problema", alerta Marisa Faermann Eizirik, psicóloga, Doutora em Educação pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). "Ao contrário, este é um período em que a criança desenvolverá habilidades importantes para vida adulta, como lidar com as diferenças, organizar prioridades, fazer escolhas e muitas outras. Os pais devem saborear estas conquistas". O mais importante é encontrar equilíbrio entre dar autonomia e, ao mesmo tempo, estar por perto e acompanhar a vida escolar do filho.As mães bastante atuantes no Ensino Fundamental 1 costumam "sumir" com a passagem para o 6º ano, o que é um grande erro. Os pais devem participar das reuniões, conhecer os professores e perguntar para a criança, com real interesse e disposição para ouvir, como foi a aula, o que foi ensinado e o que ela achou de mais interessante em seu dia.